Torneio da Amizade Cidades de Santos e Shimizu – 1992

No fim do mês de agosto de 1992, o Santos foi até o Japão, onde realizou uma mini-excursão, com dois jogos disputados. O adversário nas duas ocasiões foi o Shimizu S-Pulse, tradicional equipe japonesa. No 2º confronto, foi disputada a Taça denominada Torneio da Amizade (Cidades de Santos e Shimizu). • Cidades visitadas: Shizuoka e Tóquio Jogos:26/08 – Shimizu/JAP 0 x 3 Santos29/09 – Shimizu/JAP 1 x 1 Santos Total de partidas: 02 jogos – 01 vitória – 01 empate – 04 GP – 01 GC Artilheiros:01 gol: Guga, Serginho Fraldinha, Ranieli e Edu Marangón Fichas Técnicas:26/08/1972 – Shimizu S-Pulse/JAP 0 x 3 SantosGols: Guga aos 11min, Serginho Fraldinha aos 18min e Ranieli aos 24min do primeiro tempo.Local: Estádio Olímpico, em Tóquio, Japão.Público: 46.000, aproximadamenteÁrbitro: SagawaSFC: Sérgio, Jairo (Rogério), Junior, Luiz Carlos (Nei) e Flavinho; Axel, Edu Marangón e Marcelo Passos (Serginho Fraldinha); Almir (Gallo), Guga e Cilinho (Raniélli). Técnico: GeninhoSSP: Sanata; Miura, Marco Antonio, Hiraoka, Yamada, Nobouri, Oenuoki, Toninho (Ademir), Kenta, Mirandinha (Aoshima) e Mucojima.29/08/1992 – Shimizu S-Pulse/JAP 1 x 1 SantosGols: Edu Marangón aos 29min e Oenoki aos 27min do primeiro tempo.Local: Kusungue, em Shizuoka, Japão.Competição: Torneio da Amizade – Cidades de Santos e ShimizuPúblico: 30.000, aproximadamenteÁrbitro: TachiSFC: Sergio; Jairo, Nei, Luiz Carlos e Flavinho; Axel, Edu Marangón (Serginho Fraldinha) e Marcelo Passos (Cilinho); Almir (Gallo), Guga e Raniélli. Técnico: GeninhoSSP: Massada; Marco Antonio, Hiraoka, Naito, Miura, Sawanobori, Oenuoki, Azakura, Toninho, Nasegawa e Mucojima.
Copa Kirin, com técnica e muita garra

Uma equipe sem muitos de seus campeões paulistas do ano anterior, o Santos que excursionou para Indonésia, Japão, Estados Unidos e México em meados de 1985 era um time impulsionado pela força de sua camisa. Só mesmo esse poder ancestral podia explicar as ótimas atuações da equipe na tradicional Copa Kirin, no Japão, finalmente conquistada em uma inusitada segunda-feira, 6 de junho, contra uma forte e catimbeira Seleção do Uruguai. O torneio era um hexagonal, com três equipes – Santos, West Ham, da Inglaterra, e Yomiuri, do Japão – e três seleções nacionais: Malásia, Japão e Uruguai. Criada em 1978, em seus dez primeiros anos o torneio reunia clubes e seleções. A partir de 1991 passou a ser disputado exclusivamente por seleções nacionais. O Santos estreou, no dia 26 de maio, contra o West Ham, da Inglaterra, a quem venceu por 2 a 1, com gols de Mário Sérgio e Zé Sérgio ainda no primeiro tempo. Em seguida goleou a Seleção sub-23 da Malásia por 8 a 1, com três gols do atacante Mirandinha, atleta da Portuguesa de Desportos emprestado ao Alvinegro para a excursão. Lima com dois gols e Mario Sergio, Gersinho e Humberto, com um gol cada, completaram o marcador. Na terceira partida, diante da Seleção do Uruguai, o Peixe encontrou seu adversário mais difícil até então. Equilibrado, o jogo terminou empatado em 1 a 1. David marcou o gol santista. Em seguida, contra a Seleção do Japão, no estádio de Kobe, o Santos jogou fácil, não se abalou com a torcida contrária e venceu por 4 a 1, com dois gols de Zé Sérgio, um deles olímpico, e outros de Mirandinha e Gersinho. O time santista encerrou a fase classificatória enfrentando a equipe japonesa Yomiuri, e a goleou por 4 a 0. Mirandinha marcou dois e Gersinho e Davi marcaram um gol cada. Com o término dessa primeira fase, disputada no sistema de pontos corridos, o Santos terminou na primeira colocação e a Seleção do Uruguai ficou em segundo lugar. Com isso, as duas equipes se qualificaram para a grande decisão. Na final, um fato inusitado: o uruguaio Rodolfo Rodriguez, goleiro do Santos e da Seleção Uruguaia, pela primeira vez enfrentou a Celeste Olímpica (os uruguaios chamam sua seleção assim porque antes do advento das Copas do Mundo, em 1930, eles venceram o futebol nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928). Castilho, o mesmo técnico que dirigiu o Santos no título paulista de 1984, mandou a campo, naquele histórico 6 de junho, Rodolfo Rodriguez; Paulo Roberto, Davi (Fernando), Toninho Carlos e Jaime Bôni; Serginho Carioca, Mário Sérgio e Humberto (Formiga); Gersinho, Mirandinha e Zé Sérgio. Esse Mário Sérgio não é o mesmo que defendeu o São Paulo e foi campeão mundial com o Grêmio. Seu nome é Mário Sérgio Rodrigues. Nasceu em Ourinhos, veio do Matsubara, do Paraná, e tinha 24 anos quando jogou a Copa Kirin. Mirandinha, o artilheiro do Santos nessa Copa, com oito gols, era um centroavante baixo e muito veloz, de 25 anos, que impressionou bem nessa excursão, mas acabou não ficando no Santos. Dois anos depois, contratado pelo Newcastle, ele se tornaria o primeiro brasileiro a jogar no futebol inglês. O Uruguai, escalado pelo técnico Omar Borrás, formou com Gualberto Velichco; Nestor Montelongo, José Luis Russo, Acevedo e César Pereira; Yeladin, Walter Barrios e Carrasco; Aguilera, Da Silva e Cabrera (Alzucaray). Aproximadamente 35 mil pessoas estavam presentes no Estádio Nacional de Tóquio, para ver a decisão, que também foi transmitida pela tevê. Logo aos 14 minutos Aguilera abriu o marcador para os uruguaios. O Santos não se abateu e tomou as ações da partida. Em ótima jogada individual, Zé Sérgio empatou aos 22 minutos. Com o gol marcado o Peixe cresceu ainda mais no jogo e antes de encerrar a primeira etapa, aos 40 minutos, Mirandinha virou o marcador. Aos cinco minutos do segundo tempo, o rapidíssimo Mirandinha partiu do campo do Santos, ganhou na corrida de um marcador, driblou o goleiro que saiu da grande área e tocou por cima de um uruguaio que corria, desesperado, para embaixo das traves. Um golaço. Ao ver a partida sair do controle, os uruguaios começaram a apelar para a violência e pressionar o árbitro japonês Shizuo Takada. O jogo ficou tenso, catimbado, como é de se esperar contra os uruguaios. Mas eles não desistiram de buscar o empate. Aos 36 minutos, cobrando falta, Carrasco acertou um petardo de fora da área no ângulo direito de Rodolfo Rodriguez. Os últimos minutos foram muito nervosos. O zagueiro Russo e Mirandinha trocaram socos, mas não foram expulsos. Logo após a confusão, jogadores reservas e torcedores invadiram o gramado e o tumulto continuou. Apenas Montelongo foi recebeu cartão vermelho. Aos 44 minutos, em uma escapada pela esquerda, Zé Sérgio se aproximou da área como se estivesse esperando a colocação de um companheiro para dar o passe e surpreendeu ao soltar uma bomba no alto da meta de Gualberto. Outro belo gol, que decidiu a vitória e a taça. Conquistada com técnica, inteligência e muita garra a vistosa Copa Kirin hoje está exposta no Memorial das Conquistas do Santos Futebol Clube.
Santos visita pela primeira vez a América Central

O Santos inaugurava a temporada de 1959 com uma excursão histórica pelo continente americano. Era a primeira vez que o Peixe jogava na América Central e América do Norte. Naquele mesmo ano, o Alvinegro também cruzaria o Atlântico para exibir seu futebol nos gramados europeus. Não era por menos. O elenco tinha Zito, Pelé e Pepe, campeões do mundo pela Seleção Brasileira, um ano antes. A primeira parada foi no Peru. No dia 3 de janeiro a equipe começou sua sequência de jogos vencendo o atual campeão nacional, o Sport Boys Association, em Lima, por 3 a 0. Ainda na capital peruana, o Peixe goleou o Sporting Crystal por 4 a 0 e o Deportivo Municipal por 5 a 1. A equipe despediu-se do Peru com três vitórias, 12 gols marcados (sendo metade deles por Pelé) e apenas um sofrido. De lá o Peixe foi para a vizinha Equador enfrentar o Emelec em Guayaquil. Nova vitória, dessa vez por 3 a 1, com gols de Pelé (2) e Coutinho. No dia 15 de janeiro a delegação santista rumou para a América Central. O Saprissa, vice-campeão costariquenho de 1958. Nada menos que 46 mil pessoas compareceram ao Estádio Nacional La Sabana, na capital San José, para ver de perto o imbatível time brasileiro. Entre os espectadores estava o presidente da Costa Rica que ofertou um prêmio com seu nome: a Taça Dr. Mario Echandi. O Santos recebeu as honras do anfitrião e partiu para a vitória já no primeiro tempo. Pelé, aos 30, e Pagão, aos 43, abriram 2 a 0. O atacante Cuico Bejarano diminuiu aos 38 da etapa complementar, mas Pelé ainda teve tempo de marcar mais uma vez, dando números finais ao jogo: 3 a 1. Nessa primeira partida em solo da América Central, o Santos deixou sua marca e trouxe mais um troféu para a sua galeria.
O dia em que a guerra parou

Na Nigéria, em 1969, o Santos foi primeiro para a cidade de Lagos, onde empatou com a seleção nigeriana por 2 a 2 com dois gols de Pelé, no dia 26 de janeiro. O jornal Weekend destacou a partida como o maior evento esportivo de todos os tempos e dedicou uma matéria exclusiva ao Santos Futebol Clube. Em 4 de fevereiro de 1969, uma terça-feira, a Guerra de Biafra parou para o povo nigeriano ver o Santos jogar mais uma vez. Em partida que não tinha sido programada pelo empresário Samuel Ratinoff e só foi decidida após o Santos ter recebido garantias de que sua permanência seria segura, o Alvinegro Praiano jogou em Benin, quase na fronteira da Nigéria com a região separatista de Biafra, e venceu a Seleção do Meio Oeste por 2 a 1, entrando para a história como o primeiro time a interromper um conflito armado. Menos de dois meses antes, em 10 de dezembro de 1968, o Santos havia derrotado o Vasco, no Maracanã, por 2 a 1, e conquistado o título do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de forma incontestável. Era o seu sexto título brasileiro. Jornalistas do Brasil inteiro reconheciam a supremacia santista no Brasil. Tanto que, ao assumir a Seleção Brasileira, no início daquele mês de fevereiro, o técnico João Saldanha anunciou nada menos do que nove santistas entre os convocados para as Eliminatórias da Copa do México. A Confederação Brasileira de Desportos (CBD), em conflito com a Confederação Sul-americana, havia decidido que Santos e Internacional, campeão e vice do Brasil em 1968, não participariam da Copa Libertadores de 1969. Não era a primeira vez que a oportunidade de disputar o torneio continental era preterida por clubes brasileiros. Na verdade, para os dirigentes santistas, financeiramente era muito mais vantajoso ganhar em dólares por amistosos no Exterior do que encarar uma competição deficitária, em que a renda era do clube mandante. Então, o Santos partiu para uma sequência de jogos na África que se revelaria histórica. As primeiras exibições ocorreram na República do Congo. Na ocasião, o Congo estava dividido em dois países em litígio, que não mantinham relações diplomáticas. O Santos se viu obrigado a jogar nos dois, em eventos marcados pela alegria dos africanos por ver Pelé. Depois de passagens por Lagos, na Nigéria, e Lourenço Marques, em Moçambique, o clube foi convidado para retornar à Nigéria. Dessa vez, o jogo seria em Benin, cidade próxima à fronteira com a região separatista de Biafra, epicentro de uma sangrenta guerra civil. A delegação santista estava acompanhada do jornalista Gilberto Marques, de A Tribuna. Segundo ele, o tenente-coronel Samuel Ogbemudia, governador da região, liberou a passagem pela ponte que ligava Benin à cidade de Sapele. Além disso, decretou feriado depois do meio-dia para que as pessoas pudessem assistir ao jogo. Cerca de 25 000 pessoas compareceram ao estádio naquele 4 de fevereiro. Pelé foi homenageado com flores. O jogo contra a Seleção do Meio Oeste terminou com a vitória santista por 2 a 1, com gols de Edu e Toninho. O técnico Antônio Fernandes, o Antoninho, escalou a equipe com Gylmar (Laércio), Turcão, Ramos Delgado, Joel Camargo e Rildo (Oberdan); Lima e Negreiros (Marçal); Manoel Maria, Toninho (Douglas), Pelé (Amauri) e Edu (Abel). O Santos ainda seguiu para Gana e Argélia antes de retornar ao Brasil. O legado que o Peixe deixou no continente se faz sentir até hoje, dada a simpatia que os africanos possuem pelo time, pelo futebol brasileiro e por Pelé. Entenda a Guerra de Biafra A guerra separatista no antigo Estado do Biafra é conhecida como uma das maiores tragédias humanitárias do mundo. A Nigéria tinha uma população de mais de 45 milhões de habitantes, composta por mais de 250 grupos étnicos, principalmente pelos povos Hauçá e Fula no Norte, Iorubá no Sudoeste e Igbo no Sudeste. O país africano tornou-se independente do Reino Unido em 1960 e conflitos internos foram gerados pela supremacia e acesso a recursos naturais, especialmente o petróleo. Os nigerianos viveram dois golpes de Estado em 1966. Um grupo de oficiais do exército leais a Johnson Aguiyi-Iro nsi, um líder da etnia Igbo, destituíram o primeiro-ministro Abubakar Tafawa Baleva, um líder do Norte do país. Seis meses mais tarde os Hauçás responderam às iniciativas de Aguiyi-Ironsi. Após graves motins, o governador militar da região Sudeste, Chukwuemeka Odumegwu Ojukwu, declarou o então Estado do Biafra independente em 30 de maio de 1967. Era o começo de uma guerra que só terminaria em 1970, com a rendição de Biafra. O número estimado de mortos está entre 500 mil e três milhões de pessoas. Essa era a Nigéria que recebeu o Santos no dia 4 de fevereiro de 1969. O time de Vila Belmiro, seis vezes campeão brasileiro e bicampeão do mundo, se apresentou em um palco de guerra. E o encanto que ele proporcionava, além da figura mítica de Pelé, ao menos por alguns dias trouxe a paz ao povo nigeriano.
1987

1987 – Torneio Cidade de Marselha (França) Em uma rápida excursão para a França, em 1987, o Santos disputou um torneio na França, mais precisamente na cidade de Marselha. O Torneio Cidade de Marselha contou com a participação de duas equipes francesas e outros dois convidados. O Alvinegro Praiano venceu os seus dois jogos, e ficou com a taça. 12/07/1987 – Olympique/FRA 0 x 1 SantosGol: Luisinho aos 43min do segundo tempo.Local: Estádio Velódromo, em Marseille, na França.Santos: Rodolfo Rodriguez, Ijuí (Luisinho), Nildo, Toninho Carlos e Claudinho; César Sampaio, Hugo de León e Mendonça; Osvaldo (Celso), Luis Carlos e Arizinho. Técnico: CandinhoOlympique: Bell; Bassi, Falls, Lovits e Ayache; Domelque, De la Montanha, Afeus e Papin; Allos e (Não informado). (entraram Dialeau e Silislowski).
1983

1983 – Torneio Cidade de Pamplona (Espanha) Em 1983, o Santos disputou e venceu Torneio Cidade de Pamplona, realizado na cidade de Pamplona, na Espanha. O Alvinegro venceu duas equipes espanholas para conquistar o título. Na ocasião, o capitão santista, Gilberto, recebeu a taça das mãos do prefeito da cidade, Julian Balduz. 26/08/1983 – Osasuña-ESP 1 x 2 SantosGols: Paulo Isidoro e João Paulo; Purroy.Local: Estádio Al Sadar, em Pamplona, Espanha.Público: 15.000 aproximadamenteÁrbitro: Martin LopesSantos: Marola; Betão, Pagani, Fernandes (Paulo Robson) e Gilberto; Dema, Paulo Isidoro, Pita; Lino (Serginho II), Serginho e João Paulo.Osasuna: Blurrum; Machua, Castaneda, Lecumberry (Mina) e Purroy; Lumbreras, Ripodas e Candido; Echeverria, Julio e Martin.
1968

1968 – Campeão da Recopa Mundial (Itália) A Recopa dos Campeões Mundiais foi criada no fim de 1967, a partir da ideia de reunir os clubes que haviam se consagrado campeões mundiais interclubes. Até então Real Madrid (campeão 1960), Peñarol-URU (campeão 1961 e 1966), Santos FC (campeão 1962 e 1963), Inter de Milão (1964 e 1965) e Racing-ARG (campeão 1967) estavam aptos para a disputa. A competição era dividida em duas fases: Sul-Americana e Europeia, e os campeões de cada fase se enfrentariam. O Santos foi o campeão da Fase Sul-Americana, e foi enfrentar a Internazionale de Milão, pois o Real Madrid desistiu da disputa, deixando o time italiano como único representante da Europa. A primeira partida entre Santos e Internazionale foi realizada no dia 24 de junho de 1969, com vitória do time santista. A segunda partida seria realizada no Brasil, mas nunca aconteceu, pois a equipe italiana alegava falta de datas, mesmo com o Alvinegro propondo o jogo da volta em Nápoles. Segundo informações da época, a Inter não quis disputar o segundo jogo pois acreditava que não teria condições de vencer. Com a conquista desse grandioso título, o Santos ganhou a alcunha de Campeão dos Campeões Mundiais. 24/06/1969 – Internazionale de Milão 0 x 1 SantosGol: Toninho Guerreiro aos 11min do segundo tempo.Local: Estádio San Siro, em Milão, Itália.Público: 44.774 pagantesRenda: estimada em 200 mil dólares (800 mil cruzeiros novos)Árbitro: Ortiz de Mendíbil (Espanha)Internazionale: Bordon; Burgnich, Guarnieri, Cella e Poli; Bedin e Mazzola; Jair da Costa, Domenghini, Corso e Vastola. Técnico: Maino NeriSantos: Cláudio (Laércio); Carlos Alberto, Ramos Delgado, Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo e Negreiros; Toninho, Edu, Pelé, Abel. Técnico: Antoninho.
1967

1967 – Torneio Triangular de Roma/Florença (Itália) Após realizar uma grandiosa excursão pela África, em 1967, o Santos desembarcou no continente europeu, para a realização de mais seis jogos. Entre eles estava incluído a disputa do Triangular de Roma/Florença. O Alvinegro disputou duas partidas, enfrentando os donos da casa. Empate com a Fiorentina-ITA e vitória contra a Roma-ITA, em pleno Estádio Olímpico. Com os dois resultados, o Santos ficou com o título e levou mais uma Taça para a Vila Belmiro. 29/06/1967 – Roma-ITA 1 x 3 SantosGols: Toninho aos 9min e Pelé aos 42min do primeiro tempo; Barzon aos 3min e Rildo aos 34min do segundo tempo.Local: Estádio Olímpico, em Roma, Itália.Público: 35.000 aproximadamenteÁrbitro: Mário BernardisRoma: Pizzamala (Ginulfi); Carpenetti, Oliveri, Sensibilli e Losi; Ossola e Colaussig; Peiró, Barizon, Carpanelli e Russo.Santos: Cláudio; Carlos Alberto (Buglê), Joel Camargo, Orlando (Oberdan) e Geraldino (Rildo); Clodoaldo e Lima; Wilson (Edu), Toninho (Coutinho), Pelé e Abel (Pepe). Técnico: Antoninho. 1967 – Vencedor da Fita Azul do Futebol Brasileiro (11 jogos invictos) (Itália) A Fita Azul era um título de honra concedido primeiramente pela CBD (antecessora da CBF) e depois pelo jornal A Gazeta Esportiva aos clubes brasileiros que voltavam ao país invictos após excursões pelo exterior. Na excursão de 1967, o Santos terminou invicto com 10 vitórias em 11 jogos, passando por dois continentes (África e Europa) e visitando sete países (Senegal, Gabão, República do Congo, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Alemanha e Itália), conquistando o direito de receber a Fita Azul do Futebol.
1962

1962 – Campeão Mundial Interclubes (Portugal) Ao ser Campeão da Taça Libertadores da América do mesmo ano, o time santista garantiu a participação no torneio interclubes mais importante do mundo, e mostrou de fato, a sua superioridade no mundo. No 2º jogo da grande final, o Santos protagonizou um dos maiores espetáculos da história do futebol. Crônicas da época afirmam, que foi a maior apresentação do Rei Pelé em sua carreira, onde marcou três gols e deu um passe pra outro, em pleno Estádio da Luz, em Lisboa. 11/10/1962 – Benfica/POR 2 x 5 Santos Gols: Pelé aos 17min e aos 27min do primeiro tempo; Coutinho aos 3min, Pelé aos 20min, Pepe aos 32min, Eusébio aos 41min e Simões aos 44min do segundo tempo.Local: Estádio da Luz, em Lisboa, Portugal.Público: 73.000 aproximadamenteÁrbitro: Pierre Schinter (França)Santos: Gylmar; Olavo, Mauro, Calvet e Dalmo; Zito e Lima; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: LulaBenfica: Costa Pereira; Humberto, Raul e Cruz; Cavem e Jacinto, José Augusto, Santana, Eusébio, Coluna e Simões. Técnico: Fernando Riera.
1961

1961 – Bicampeão do Torneio de Paris (França) Pela segunda vez, o Santos conquista o Torneio Internacional de Paris, após o golear o Benfica por 6 a 3, em mais uma de suas grandiosas excursões pela Europa. 15/06/1961 – Santos 6 x 3 Benfica-POR Gols: Pelé [2], Pepe [2], Coutinho e Lima; Eusébio [3]Local: Estádio Parc des Princes, em Paris, França.Público: 36.364 pagantesÁrbitro: Pierre AchinteSantos: Laércio; Mauro e Décio Brito; Getúlio, Brandão e Lima; Dorval,Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.Benfica: Barroca; João, Angelo (Mendes) e Germano; Neto e Cruz;José Augusto, Santana (Eusébio), Águas, Coluna e Cavem. 1961 – Torneio Itália (Itália) Na excursão à Europa de 1961, o Santos também disputou o Torneio Itália. A competição foi composta por quatro equipes italianas e outras quatro convidadas de países diferentes. Divididas em dois grupos, cada equipe realizou dois jogos, e os campeões de cada grupo se enfrentaram na final. O Santos ficou com o título após vencer com certa facilidade os seus três jogos, todos contra equipes italianas. 24/06/1961 – Internazionale-ITA 1 x 4 SantosGols: Pepe aos 7min, Bolchi aos 25min e Coutinho aos 35min do primeiro tempo; Pepe aos 6min e Pelé aos 43min do segundo tempo.Local: Estádio Giuseppe Meazza, conhecido como San Siro, em Milão, Itália.Público: 110.000 pessoasÁrbitro: Gambarrotta (Itália)Santos: Laércio; Mauro e Décio Brito; Getúlio, Lima e Dalmo; Dorval, Mengálvio (Zito), Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: LulaInternazionale: Da Pozzo (Bandoni); Guarnieri e Masiero; Picchi, Bolchi e Balleri; Bicicli, Lindskog, Hitchens, Suarez e Corso.